A questão foi levantada através do Minhas Camisas por Guilherme Custódio.
Já pensaram se fosse na Europa. Imeginem que o Kaká usa a 10 do Milan (a 22 estaria com um dos reservas, certo?). Milhões de camisas n°10 seriam vendidas. E se de repente ele machucasse e ficasse 4 meses sem jogar. A 10 seria de outro atleta, que poderia ser Ambrosini ou Brochi. Seria cruel ter uma camisa do Kaká e de repente ela se “transformar” na do Ambrosini, né?
É um retrocesso absurdo. Tenho até uma história interessante a respeito disso:
No início do ano passado, a maior estrela do Galo, o meia Danilinho usava a camisa n°8. Aí fui comprar uma camisa e, apesar de ser apaixonado pelo 7, preferi a 8 do Danilinho…
Começou o Brasileirão e para minha tristeza, a 8 ficou com ninguém menos que BILÚ!!!!
Espero que a CBF reveja este caso e obrigue os clubes a usarem numeração fixa o mais rárido possível.
O Marketing esportivo agradece.